sexta-feira, agosto 23, 2013

My Captain!

O Captain! My captain!

Me faz lembrar de pessoas subindo em mesas na sala de aula. Em um filme e na vida. Porque a arte imita a vida, não é mesmo?
E o dia em que o Capitão subiu naquela mesa, para algumas pessoas, tudo mudou. Para aquelas que conseguiram entender, é claro. Elas quiseram subir em suas próprias mesas. E subiram, mais tarde, a sua maneira. Elas subiram na mesa e mudaram suas próprias vidas, controlaram seus destinos e fizeram a diferença na vida de pessoas ao redor.
Algumas pessoas sobem em mesas e mudam o mundo. Algumas não sobem por medo de não serem capaz de mudar nada. Mas, acredite, muda. Muda o mundo de alguém e isso já uma grande mudança. Muda o seu mundo.
O Capitão subiu na mesa e ensinou o que podia a quem queria. E depois alguns Marinheiros também subiram. E eles se tornaram Capitães.
E é com prazer que digo:

O Captain! My Captain! Our fearful trip is done

2 comentários:

  1. Quando um professor em seu primeiro dia de aula faz uma das primeiras cena do seu filme favorito, você, instantaneamente, sabe que ele poderá mudar muita coisa em você, poderá ensinar-lhe mais do que a simples matéria que lhe é contratado. Depois de 2 anos de literatura com ele, A Sociedade dos Poetas Mortos deixou de ser apenas um filme, para um grupo restrito de alunos/amigos se tornou a lembrança e a saudade do Capitão que nos levou a navegar por diversas águas.
    Saudades daquele tempo, saudades das pessoas e lugares que visitamos.
    O Captain! My Captain!

    te amo sis, parabéns!!

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  2. Minhas tão queridas Jéssica e Giovanna, que alegria relembrar aqueles momentos (e pessoas) tão especiais, por intermédio deste blog. Puxa, puxa. O Colégio da PM foi o lugar em que mais gostei de estar, especialmente em 2008, quando pude me aproximar mais dos alunos e testemunhar o amadurecimento de vocês, por entre as questões e cala-bocas da vida. O filme me marcou muito, como vocês sabem. No papel de capitão, Robin Williams lembrava um tanto de meu pai, falecido há três meses. Acho que é isso: tento seguir as pegadas dele, disseminando a maior alegria e solidariedade possível. Espero que possamos nos rever em breve! Um beijo grande. Que zarpe o navio!

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