sábado, março 14, 2009

Quem é vivo sempre aparece.

O título diz tudo.
Estou viva, e, como a maioria dos seres vivos, tenho pensamentos, e por vezes tenho vontade de expô-los.
Talvez pela completa falta de algo interessante para fazer, minha mente vaga pelos assuntos mais inesperados. O resultado da mais recente dessas viagens é o texto a seguir.

Esperança
Alguém disse que ela é a última que morre, mas eu acho que este alguém estava redondamente enganado.
Ela não morre. Nunca.
Ela simplesmente se esconde em algum cantinho escuro dentro de nó quando a situação não lhe é favorável, apenas aguardando até que tudo mude. E quando isso acontece, ela reapece, com a mesma força de antes.
É então que percebemos que ela nunca se foi.


Para finalizar, aqui vai um trecho que muito me interessou no livro Orgulho e Preconceito de Jane Austen.
O trecho faz parte de uma das longas conversas entre Elizabeth Bennet e Mr. Darcy, então achei melhor adaptá-lo.
E, diga-se de passagem, as conversar entre Elizabeth e Mr. Darcy sempre trazem algo para nos deixar pensando por horas.

Só é possível que a poesia seja o alimento do amor quando este é puro, vigoroso e saudável. Tudo serve de alimento para o que já vingou. Mas se se trata de uma inclinação ligeira e efêmera, estou convencida de que um bom soneto a faz morrer de vez.


É isso por hoje.
Beijos!