Sabe o que é pior do que perder algo?
Quando você não tem ninguém para culpar por essa perda.
Nem uma pessoa qualquer, nem um acidente, nem uma mudança trágica.
Nada nem ninguém. A não ser você mesmo.
A pior coisa é saber que você perdeu aquilo por culpa única e exclusivamente sua.
Saber que foi você quem entregou de bandeja. Você quem cometeu o erro. Você quem foi o completo incompetente.
É pior pois, além de ter que viver com a dor da perda, você tem que viver com a dor da culpa. A sua culpa.
E, às vezes, a dor da culpa é muito maior.
segunda-feira, dezembro 21, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009
O conde de Monte Cristo

Sempre fui fissurada pelo filme que dá título á esse post. Mas confesso que não sabia que ele era baseado em um livro.
Agora o sei, e mais, estou lendo o dito livro. E me encantando.
Não tenho palavras para descrever o quão incrível é esse livro, por isso vou postar uma parte, uma das que mais gostei.
"— Olhem, olhem – continuou o conde, agarrando em cada um dos dois rapazes pela mão - ; olhem, porque, pela minha alma, é curioso; ali tem um homem que estava resignado com a sua sorte, que caminhava para o cadafalso, que ia morrer como um covarde, é verdade, mas enfim ia morrer sem recriminações: sabem o que lhe dava alguma força? Sabem o que o consolava? Era a certeza de que outro quinhoava a sua agonia; era a certeza de que outro ia morrer primeiro que ele! Levem dois carneiros para o açougue, dois bois para o matadouro, e façam compreender a um deles que o seu companheiro não morrerá, o carneiro bailará de alegria, e o boi mugirá de prazer; mas o homem, o homem que Deus fez à sua imagem, a quem Deus impôs como primeira, como única, como suprema lei, o amor ao próximo, o homem, a quem Deus deu voz para exprimir o seu pensamento, que grito solta primeiro quando sabe que seu companheiro é salvo? Uma blasfêmia. Honra ao homem, obra-prima da Natureza, o rei da Criação."
E depois disso, eu acho que palavras que expressem minha opinião sobre o livro não são necessárias.
segunda-feira, outubro 12, 2009
Dia das crianças.
Dia das crianças...isso me fez pensar.
Todos nós ainda temos aquela criança dentro da gente.
Bom, pelo menos uma boa parte de nós.
E como saber disso?
Sabe aquela pequena parte sua que consegue ver a luz até no fim do túnel mais escuro? Aquela que te faz ficar feliz com as coisas mais bobas? A que te faz querer rir quando não deve? A que te faz querer fazer uma coisa boba, sem se importar com o que os outros vão pensar?
Essa é a criança viva dentro de você.
Porque só crianças vêem o lado bom de tudo, se satisfazem com o mínimo, riem de tudo e não se importam com o que as pessoas pensam.
Porque elas tem o jeito mais puro de olhar para o mundo.
Com o passar do tempo nós perdemos isso. Alguns não perdem totalmente. Alguns conservam um pouco da crinaça que um dia fora dentro de si.
Outos simplesmente se esquecem dela e a deixam morrer.
Não deixe sua criança morrer.
Feliz dia das crianças! ;)
E parabéns para a pessoa que, na minha opinião, foi a que mais conseguiu conservar a criança dentro dela.
Parabéns pequena. Parabéns Yohana Fletcher.
(L)
Todos nós ainda temos aquela criança dentro da gente.
Bom, pelo menos uma boa parte de nós.
E como saber disso?
Sabe aquela pequena parte sua que consegue ver a luz até no fim do túnel mais escuro? Aquela que te faz ficar feliz com as coisas mais bobas? A que te faz querer rir quando não deve? A que te faz querer fazer uma coisa boba, sem se importar com o que os outros vão pensar?
Essa é a criança viva dentro de você.
Porque só crianças vêem o lado bom de tudo, se satisfazem com o mínimo, riem de tudo e não se importam com o que as pessoas pensam.
Porque elas tem o jeito mais puro de olhar para o mundo.
Com o passar do tempo nós perdemos isso. Alguns não perdem totalmente. Alguns conservam um pouco da crinaça que um dia fora dentro de si.
Outos simplesmente se esquecem dela e a deixam morrer.
Não deixe sua criança morrer.
Feliz dia das crianças! ;)
E parabéns para a pessoa que, na minha opinião, foi a que mais conseguiu conservar a criança dentro dela.
Parabéns pequena. Parabéns Yohana Fletcher.
(L)
quarta-feira, outubro 07, 2009
Sem título.
Nunca se esqueça que, erros e machucado se transformarão em aprendizados e lembretes, mas a lembrança de ter desistido se transformaem um fantasma que te consumirá para sempe.
segunda-feira, outubro 05, 2009
Único motivo
Podem existir milhões de motivos para que você não faça algo. Mas tudo que você precisa é de um único motivo para fazê-lo. Os motivos para não fazer são só desculpas. Desculpas criadas pelo medo. O medo de errar, o medo de não conseguir, o medo de se machucar.
Tudo que você tem que fazer é se agarrar ao seu único motivo, o motivo que você escuta sendo sussurrado no fundo da sua mente, o qual lhe diz para ir em frente. Se agarre à ele e siga. Erre e se machuque, mas siga em frente.
Afinal, se aquele motivo está lá, se ele existe, é porque todos os erros e machucados vão valer a pena.
Tudo que você tem que fazer é se agarrar ao seu único motivo, o motivo que você escuta sendo sussurrado no fundo da sua mente, o qual lhe diz para ir em frente. Se agarre à ele e siga. Erre e se machuque, mas siga em frente.
Afinal, se aquele motivo está lá, se ele existe, é porque todos os erros e machucados vão valer a pena.
sexta-feira, setembro 04, 2009
Close your eyes
Sempre ouvimos que devemos abrir os olhos para não deixar que o mundo nos engane.
Eu concordo somente em parte.
Acho que em certos momentos, nós temos que fechá-los, na verdade.
Fechá-los e nos deixar levar pelos sentimentos e não pelas aparencias
Fechá-los e escutar o que cada palavra realmente quer dizer, ao invés do que elas aparentam dizer.
Com os olhos fechados, nós damos mais atenção aos outros sentidos. Os sentidos que deixamos em segundo plano quando os olhos estão aberto. Os sentidos, que em certos momentos, são os mais importantes.
Just close your eyes for a second...
Eu concordo somente em parte.
Acho que em certos momentos, nós temos que fechá-los, na verdade.
Fechá-los e nos deixar levar pelos sentimentos e não pelas aparencias
Fechá-los e escutar o que cada palavra realmente quer dizer, ao invés do que elas aparentam dizer.
Com os olhos fechados, nós damos mais atenção aos outros sentidos. Os sentidos que deixamos em segundo plano quando os olhos estão aberto. Os sentidos, que em certos momentos, são os mais importantes.
Just close your eyes for a second...
quarta-feira, agosto 26, 2009
Família
Todo mundo sabe que existem dois tipos de família.
A de sangue e a de coração.
Nem sempre sua família de sangue entra no seu coração. Alguns sim, alguns não.
Mas tem também a nossa família de amigos. Aqueles que de forma mais inesperada se tornam extremamente importantes.
Como dizem, 'a familia que nos permitem escolher.'
Se bem, que nem sempre escolhemos não é?
É como se não tivesse como colocá-los na nossa família de sangue, então a vida simplesmente os torna nossa família de coração. Muitas vezes nós não escolhemos isso. Nem queremos, de início. Mas é assim que é pra ser.
E quando acontece, nós passamos a amar essas pessoas de forma inexplicável.
Choramos, rimos, defendemos, brigamos, gritamos. Tudo por elas. Tudo com elas.
Post dedicado à família de coração mais maravilhosa que a vida poderia ter me dado. LNF
A de sangue e a de coração.
Nem sempre sua família de sangue entra no seu coração. Alguns sim, alguns não.
Mas tem também a nossa família de amigos. Aqueles que de forma mais inesperada se tornam extremamente importantes.
Como dizem, 'a familia que nos permitem escolher.'
Se bem, que nem sempre escolhemos não é?
É como se não tivesse como colocá-los na nossa família de sangue, então a vida simplesmente os torna nossa família de coração. Muitas vezes nós não escolhemos isso. Nem queremos, de início. Mas é assim que é pra ser.
E quando acontece, nós passamos a amar essas pessoas de forma inexplicável.
Choramos, rimos, defendemos, brigamos, gritamos. Tudo por elas. Tudo com elas.
Post dedicado à família de coração mais maravilhosa que a vida poderia ter me dado. LNF
sexta-feira, junho 26, 2009
Sono pesado.
Existem os mais variados tipos de sono certo?
E vocês me respondem: 'Sim. Cada pessoa tem o seu.
Alguns tem o sono leve, que, perante ao menor dos barulhos, acaba.
Já outros, afirmam conseguir dormir mesmo que uma bomba explodisse ao lado da cama.'
Mas não é desse sono que eu estou falando.
Estou falando do sono da vida, por falta de nome melhor.
O sono que nos impede de ver a verdade mesmo que ela dançe na nossa frente.
E esse sono, não importa a pessoa, é pesado.
Daqueles que você precisa levar tapas, muitos tapas, para acordar.
Alguns perdem amigos, são humilhados, e mesmo assim, continuam dormindo.
Alguns, nunca acordam.
E é isso.
Ah. Yohanna inspirou o post. ;D
E vocês me respondem: 'Sim. Cada pessoa tem o seu.
Alguns tem o sono leve, que, perante ao menor dos barulhos, acaba.
Já outros, afirmam conseguir dormir mesmo que uma bomba explodisse ao lado da cama.'
Mas não é desse sono que eu estou falando.
Estou falando do sono da vida, por falta de nome melhor.
O sono que nos impede de ver a verdade mesmo que ela dançe na nossa frente.
E esse sono, não importa a pessoa, é pesado.
Daqueles que você precisa levar tapas, muitos tapas, para acordar.
Alguns perdem amigos, são humilhados, e mesmo assim, continuam dormindo.
Alguns, nunca acordam.
E é isso.
Ah. Yohanna inspirou o post. ;D
quarta-feira, junho 24, 2009
A vida é complicada...
ou somos nós que a complicamos?
Quantas vezes essa pergunta não lhe foi feita? Quantas vezes você não se pegou perguntando isso a si mesmo?
Eu já me perguntei várias vezes.
Hoje me peguei pensando nisso de novo. É incrível o que a completa falta do que fazer faz conosco. Ficamos pensativos.
Mas o que importa agora é o pensamento, não em que circunstâncias ele surgiu.
Sim, a vida tem coisas complicadas. Algumas, até demais. Mas ela também tem coisas que não são complicadas, mas a maioria de nós fazemos questão de complicar essas coisas também.
Conselho grátis? Não as complique.
E eu não consigo escrever mais nada além disso.
Acho que é porque não tem como 'enfeitar' algo que é simples. Melhor deixar simples.
Quantas vezes essa pergunta não lhe foi feita? Quantas vezes você não se pegou perguntando isso a si mesmo?
Eu já me perguntei várias vezes.
Hoje me peguei pensando nisso de novo. É incrível o que a completa falta do que fazer faz conosco. Ficamos pensativos.
Mas o que importa agora é o pensamento, não em que circunstâncias ele surgiu.
Sim, a vida tem coisas complicadas. Algumas, até demais. Mas ela também tem coisas que não são complicadas, mas a maioria de nós fazemos questão de complicar essas coisas também.
Conselho grátis? Não as complique.
E eu não consigo escrever mais nada além disso.
Acho que é porque não tem como 'enfeitar' algo que é simples. Melhor deixar simples.
sábado, maio 23, 2009
Tédio
Dizer que estou me afogando em tédio seria eufemismo.
E continuo sem a mínima criatividade para escrever algo interessante para o blog.
Vou postar um texto que uma amiga (que eu amo muito) acabou de me mandar.
Hoje ela quiz berrar.
Em vez disso ela cantou.. bem alto, desafinado, rebolando.
Hoje ela quiz sumir.
Em vez disso ela se fez presente! Falou merda, mandou a prima pro inferno e bateu o pé quando quiz algo.
Hoje ela quiz chorar.
Em vez disso mostrou como é capaz de sorrir, e como GOSTA disso.
Hoje ela quiz mandar a tia calar a boca.
Em vez disso ela sorriu e a abraçou dizendo como a amava.
Hoje ela quiz dizer pra ele, o quanto o desejava
Em vez disso, ela o desafio. O encarou, piscou, e brincou com ele.
Hoje ela queria que pudesse voltar ao tempo, e concertar tudo de errado.
Em vez disso ela percebeu o quanto é bom fazer o que não se quer.
By: Yohanna (aka: Pizinha)
Achei muito lindo isso que ela escreveu. -orgulhoo-
Me fez pensar nas milhões de vezes que a vontade de gritar, extravasar, jogar tudo pro alto bateu, mas eu não grite. Eu cantei, eu ri, eu dançei. E não me arrempendo.
Quantos de nós já passamos por isso e agimos extamente da forma descrita no texto?
Acho que é porque não vale a pena jogar tudo pra alto e deisistir. Não vale a pena se deixar abater. Não vale a pena deixar que nossa felicidade seja tirada.
E, no fundo, nós sabemos disso.
;)
E continuo sem a mínima criatividade para escrever algo interessante para o blog.
Vou postar um texto que uma amiga (que eu amo muito) acabou de me mandar.
Hoje ela quiz berrar.
Em vez disso ela cantou.. bem alto, desafinado, rebolando.
Hoje ela quiz sumir.
Em vez disso ela se fez presente! Falou merda, mandou a prima pro inferno e bateu o pé quando quiz algo.
Hoje ela quiz chorar.
Em vez disso mostrou como é capaz de sorrir, e como GOSTA disso.
Hoje ela quiz mandar a tia calar a boca.
Em vez disso ela sorriu e a abraçou dizendo como a amava.
Hoje ela quiz dizer pra ele, o quanto o desejava
Em vez disso, ela o desafio. O encarou, piscou, e brincou com ele.
Hoje ela queria que pudesse voltar ao tempo, e concertar tudo de errado.
Em vez disso ela percebeu o quanto é bom fazer o que não se quer.
By: Yohanna (aka: Pizinha)
Achei muito lindo isso que ela escreveu. -orgulhoo-
Me fez pensar nas milhões de vezes que a vontade de gritar, extravasar, jogar tudo pro alto bateu, mas eu não grite. Eu cantei, eu ri, eu dançei. E não me arrempendo.
Quantos de nós já passamos por isso e agimos extamente da forma descrita no texto?
Acho que é porque não vale a pena jogar tudo pra alto e deisistir. Não vale a pena se deixar abater. Não vale a pena deixar que nossa felicidade seja tirada.
E, no fundo, nós sabemos disso.
;)
terça-feira, maio 05, 2009
Algum dia
Você já teve vontade de fazer alguma coisa, mas deixou de fazê-la porque pensou que era só mais uma vontade boba demais ou estava muito ocupado para colocá-la em prática? Então você pensou: 'Algum dia eu faço isso.'.
Bem- vindo á 'algum dia'.
Tudo que vier na sua cabeça hoje, realize hoje.
E continue assim, dia após dia, porque se todos os dias pensarmos 'Algum dia eu faço.' nós nunca faremos o que realmente queremos. E as coisas que realmente queremos são as mais importantes.
Se continuarmos a cumprir somente nossas obrigações, chegaremos á um ponto em que nos sentiremos vazios. E por que? Porque deixamos tudo para 'algum dia' e nunca fazemos esse dia chegar. Mas só depende de nos fazermos ele chegar.
Faça o seu hoje ser seu 'algum dia.'
Bem- vindo á 'algum dia'.
Tudo que vier na sua cabeça hoje, realize hoje.
E continue assim, dia após dia, porque se todos os dias pensarmos 'Algum dia eu faço.' nós nunca faremos o que realmente queremos. E as coisas que realmente queremos são as mais importantes.
Se continuarmos a cumprir somente nossas obrigações, chegaremos á um ponto em que nos sentiremos vazios. E por que? Porque deixamos tudo para 'algum dia' e nunca fazemos esse dia chegar. Mas só depende de nos fazermos ele chegar.
Faça o seu hoje ser seu 'algum dia.'
quarta-feira, abril 15, 2009
"Quero loucos e santos."
Recentemente descobri que só sou capaz de escrever se fico diariamente rodeada de pessoas. Não qualquer pessoa. Preciso daquelas que me inspiram, me fazem pensar, mesmo quando acho que não estou pensando em nada. É daí que vêem as melhores idéias. Do inesperado.
Já que não consigo escrever, resolvi postar um texto que me foi enviado.
Foi enviado por uma dessas pessoas que me inspiram. Uma amiga.
"Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."
Oscar Wilde
Decido esse texto à todos os loucos e santos que fazem parte da minha vida.
São poucos, mas são os mais preciosos que eu poderia encontrar.
Já que não consigo escrever, resolvi postar um texto que me foi enviado.
Foi enviado por uma dessas pessoas que me inspiram. Uma amiga.
"Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."
Oscar Wilde
Decido esse texto à todos os loucos e santos que fazem parte da minha vida.
São poucos, mas são os mais preciosos que eu poderia encontrar.
sábado, março 14, 2009
Quem é vivo sempre aparece.
O título diz tudo.
Estou viva, e, como a maioria dos seres vivos, tenho pensamentos, e por vezes tenho vontade de expô-los.
Talvez pela completa falta de algo interessante para fazer, minha mente vaga pelos assuntos mais inesperados. O resultado da mais recente dessas viagens é o texto a seguir.
Esperança
Alguém disse que ela é a última que morre, mas eu acho que este alguém estava redondamente enganado.
Ela não morre. Nunca.
Ela simplesmente se esconde em algum cantinho escuro dentro de nó quando a situação não lhe é favorável, apenas aguardando até que tudo mude. E quando isso acontece, ela reapece, com a mesma força de antes.
É então que percebemos que ela nunca se foi.
Para finalizar, aqui vai um trecho que muito me interessou no livro Orgulho e Preconceito de Jane Austen.
O trecho faz parte de uma das longas conversas entre Elizabeth Bennet e Mr. Darcy, então achei melhor adaptá-lo.
E, diga-se de passagem, as conversar entre Elizabeth e Mr. Darcy sempre trazem algo para nos deixar pensando por horas.
Só é possível que a poesia seja o alimento do amor quando este é puro, vigoroso e saudável. Tudo serve de alimento para o que já vingou. Mas se se trata de uma inclinação ligeira e efêmera, estou convencida de que um bom soneto a faz morrer de vez.
É isso por hoje.
Beijos!
Estou viva, e, como a maioria dos seres vivos, tenho pensamentos, e por vezes tenho vontade de expô-los.
Talvez pela completa falta de algo interessante para fazer, minha mente vaga pelos assuntos mais inesperados. O resultado da mais recente dessas viagens é o texto a seguir.
Esperança
Alguém disse que ela é a última que morre, mas eu acho que este alguém estava redondamente enganado.
Ela não morre. Nunca.
Ela simplesmente se esconde em algum cantinho escuro dentro de nó quando a situação não lhe é favorável, apenas aguardando até que tudo mude. E quando isso acontece, ela reapece, com a mesma força de antes.
É então que percebemos que ela nunca se foi.
Para finalizar, aqui vai um trecho que muito me interessou no livro Orgulho e Preconceito de Jane Austen.
O trecho faz parte de uma das longas conversas entre Elizabeth Bennet e Mr. Darcy, então achei melhor adaptá-lo.
E, diga-se de passagem, as conversar entre Elizabeth e Mr. Darcy sempre trazem algo para nos deixar pensando por horas.
Só é possível que a poesia seja o alimento do amor quando este é puro, vigoroso e saudável. Tudo serve de alimento para o que já vingou. Mas se se trata de uma inclinação ligeira e efêmera, estou convencida de que um bom soneto a faz morrer de vez.
É isso por hoje.
Beijos!
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