I'll protect you from the world, whenever I can.
But will you do the same for me, now and again?
(Eu te protejerei do mundo, sempre que puder. Mas você fará o mesmo por mim, de vez em quando?)
Uma música linda, que fala de como heróis também precisam de ser salvos vez ou outra. Como precisam de alguém ao seu lado.
Ninguém é forte o tempo todo, ninguém resiste o tempo todo. Nem heróis. Imagine não-heróis.
Não me considero uma heroína, e não tenho essa pretenção. Mas, da mesma forma que um herói, sempre que puder, farei de tudo por aqueles que são importantes para mim. E, mais do que um herói, eu preciso que façam por mim às vezes.
Exatamente por não ser uma heroína, eu preciso ver que não estou lutando sozinha, que o que eu sinto é correspondido. Porque eu não tenho uma super-força para manter tudo de pé sozinha. Nem para aguentar a dor de não receber nada em troca.
Quando penso nisso, percebo o quão egoísta eu sou. Afinal, quem sou eu para exigir tanto dos outros?
Mas penso de novo. Eu não exijo, eu só espero. Espero receber algo minimamente parecido com o que dou.
Isso é ser tão egoísta? Reformulando: Isso, para alguém que não é um herói, é tão egoísta?
Afinal, eu não sou uma heroína.
PS.: A quem possa interessar, a música que inspirou post, é cantada pelo Ne-yo.
terça-feira, junho 22, 2010
sábado, junho 05, 2010
Só sentindo pra crer
Dan: Eu te amo.
Alice: Onde ?
Dan : Como assim .... onde ?
Alice:Onde esta o amor? Eu não vejo, eu não sinto, eu não toco. Só ouço... Eu ouço algumas palavras...Mas não posso fazer nada com suas palavras fáceis!
Esse é um trecho do filme Closer. Que, diga-se de passagem, eu nunca assisti.
Mas me identifiquei com essa fala.
Eu sou esse tipo de pessoa que precisa sentir e não só ouvir. Talvez eu idealize um amor que não existe, existiu ou existirá. E eu estou falando de todos os amores. Amor de irmão, amor de mãe, amor de amigo.
Talvez eu seja mesmo uma romântica incurável. Daquelas que espera que a pessoa mostre, não a todo momento, mas nos momentos necessários, o quanto te ama.
Como Alice, eu não acho uso para as palavras fáceis. Mas acho sim para o silêncio. O silêncio de um abraço, de um olhar, de um sorriso. Ou da falta de tudo isso. Da falta de verdade em tudo isso.
Pra mim amor é defender, entender, consolar, acreditar, motivar. Confiar, confiar muito.
E eu quero sentir.
O velho ditado diz: "Só vendo para crer."
Eu penso: "Só sentindo pra crer."
Alice: Onde ?
Dan : Como assim .... onde ?
Alice:Onde esta o amor? Eu não vejo, eu não sinto, eu não toco. Só ouço... Eu ouço algumas palavras...Mas não posso fazer nada com suas palavras fáceis!
Esse é um trecho do filme Closer. Que, diga-se de passagem, eu nunca assisti.
Mas me identifiquei com essa fala.
Eu sou esse tipo de pessoa que precisa sentir e não só ouvir. Talvez eu idealize um amor que não existe, existiu ou existirá. E eu estou falando de todos os amores. Amor de irmão, amor de mãe, amor de amigo.
Talvez eu seja mesmo uma romântica incurável. Daquelas que espera que a pessoa mostre, não a todo momento, mas nos momentos necessários, o quanto te ama.
Como Alice, eu não acho uso para as palavras fáceis. Mas acho sim para o silêncio. O silêncio de um abraço, de um olhar, de um sorriso. Ou da falta de tudo isso. Da falta de verdade em tudo isso.
Pra mim amor é defender, entender, consolar, acreditar, motivar. Confiar, confiar muito.
E eu quero sentir.
O velho ditado diz: "Só vendo para crer."
Eu penso: "Só sentindo pra crer."
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